Água

Muitas pessoas tomam a água como certa: abrem a torneira e sai água. Ou vão ao supermercado, onde podem escolher entre dúzias de marcas de água engarrafada. Mas para mais de mil milhões de pessoas no nosso planeta, a água pura está fora do seu alcance. E cerca de 2,6 mil milhões de pessoas não têm acesso a saneamento adequado. As consequências são devastadoras. Perto de 2 milhões de crianças morrem todos os anos de doenças relacionadas com água suja e com mau saneamento — muitas mais do que as que morrem em resultados de conflitos violentos. Entretanto, por todo o mundo, a poluição, o consumo excessivo e a má gestão da água estão a diminuir a qualidade e a quantidade da água.
E o que nós podemos fazer?

A progressiva consciência sobre a sustentabilidade na utilização dos recursos está a introduzir novas formas de projectar os edifícios e as cidades, de modo a que se volte a aproveitar a água da chuva, não para os mesmos fins da antiguidade, consumo humano, mas para usos que dispensem a utilização de água potável, que tão caro nos custa a tornar própria para consumo.

Água de reuso:

A água de reuso tratada é produzida dentro das Estações de Tratamento de Esgoto e pode ser utilizada para inúmeros fins, como geração de energia, refrigeração de equipamentos, em diversos processos industriais, em prefeituras e entidades que usam a água para lavagem de ruas e pátios, no setor hoteleiro, irrigação/rega de áreas verdes, desobstrução de rede de esgotos e águas pluviais e lavagem de veículos.
Águas residuais são todas as águas descartadas após a utilização em diversos processos.

Exemplos:

❅ Águas residuais domésticas: provenientes de banhos, cozinhas e lavagens de pavimentos domésticos.

❅ Águas residuais industriais: resultantes de processos de fabricação.

❅ Águas de infiltração: resultantes da infiltração nos coletores de água existente nos terrenos.

❅ Águas urbanas: resultantes de chuvas, lavagem de pavimentos, regas.





fotes:
http://wiki.bemsimples.com/pages/viewpage.action?pageId=72122385
http://hdr.undp.org/en/media/03-chapter2_pt1.pdf

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